ADAPTABILIDADE DE MATRIZES SANTA INÊS EM FUNÇÃO DA PELAGEM PRETA E MARROM NO CARIRI CEARENSE

Autores

  • José Lucas Ferreira Do Nascimento Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – campus Crato
  • Claudia Luiza Paes Barreto Villaça Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – campus Crato
  • Danilo Leite Fernandes Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – campus Crato
  • Expedito Danusio de Souza Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – campus Crato

Resumo

Dentre os ovinos, a raça nordestina Santa Inês apresenta aptidão para carne e pele, sendo muito rústica às condições da região. Em vista, o presente trabalho objetivou avaliar as respostas fisiológicas de fêmeas ovinas da raça Santa Inês, identificando a adaptabilidade em função da cor do pelame (marrom e preto) às condições climáticas da região do Cariri cearense. O experimento foi conduzido no setor da Caprinovinocultura do IFCE Campus Crato. Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado, sendo dois grupos totalizando vinte ovelhas da raça Santa Inês (dez ovinos de pelagem preta e dez ovinos de pelagem marrom, com média de peso de 60 kg vivo) e dois turnos (manhã e tarde). Os dados obtidos durante a pesquisa foram analisados em programa estatístico Assistat 2007, com um nível de significância de 5% utilizando o teste de Tukey. As ovelhas de pelagem preta apresentaram maiores valores para FR, TR e TS no turno da manhã; já à tarde, os maiores valores foram observados para as mesmas variáveis nas ovelhas marrons. Na região do Cariri, a cor do pelame exerceu efeito (P>0,05) apenas em relação a TR em ambos os turnos, em que foi verificado o estresse calórico nas ovelhas de pelagem marrom no turno manhã e, no turno da tarde, nas ovelhas de pelagem preta.

Palavras-chave: Ovinos. Pelame. Respostas fisiológicas.

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Publicado

02/12/2019